Manifestações culturais em Monteiro
- Carnaval:
Dos anos 40 aos anos 70, o povo monteirense vivenciou grandes festejos carnavalescos de rua e de clubes. Inicialmente a beleza dos corsos com desfile dos carros enfeitados ricamente pela avenida principal. Os banhos, o mela-mela, a guerra de confetes e serpentinas.
No Aero Club e depois no Clube Municipal, grande bailes com orquestra de frevos e guerra de lança perfume, além de espalhafatosas fantasias.
Personagens populares fizeram a festa carnavalesca de Monteiro. O galego Veinho trajado de índio, Luíz do Rói Couro trajado de Zorro percorrendo solitariamente as ruas da cidade. Carretão e o bloco do boi. A escola de samba de Pinduca e o insuperável bloco de Cicero do Norte que, no estandarte, ostentava o chavão QUEM FOR CORNO ME ACOMPANHE.
- Coco de roda:
Os folguedos em roda de coco eram comandados por Quitéria Noberto na Rua do Cemitério e por Faísca na Rua do Matadouro. Mãe Teté reunia a família e os amigos. geralmente nos finais de semana, para dançarem animadamente na cadência do ganzá.
- Repentistas:
A poesia popular sempre foi um marco da cultura monteirense. A cidade inclusive foi projetada nacionalmente pelo imortal Severino Lourenço da Silva Pinto, o Pinto do Monteiro. Outros nomes como Joaquim Viturino, Lino Pedra Azul, Heleno Pinto, Diniz Viturino, José Feitosa de Lima, encantaram as noites com repentes ao som da viola.
- Literatura:
A cultura monteirense tem espaço expressivo na literatura, notadamente através dos irmãos Antônio Rafael de Menezes e José Rafael de Menezes, este inclusive considerado o mais produtivo escritor paraibano e membro da Academia Paraibana de Letras e da Academia Pernambucana de Letras.
Da nova safra, destacam-se Joselito Nunes e Efigênio Moura.
- Poesia Clássica:
A poesia clássica com raízes monteirenses é muito bem representada por Jansen Filho, considerada pela crítica como “a mais sonora das cigarras sertanejas”. Destaque também para Abelardo Pereira dos Santos e, na atualidade, o poeta transcendental Raniel Quintans
- Música:
Em cada esquina, em cada praça, em cada rua de Monteiro, as notas musicais fluem naturalmente. A cidade sempre foi embalada pela música. Desde o ronco artesanal da sanfona de João Benedito até o doutorado em música de Ranilson, passando pelo som de Flávio José, Dejinha de Monteiro, Magníficos, Novinho da Paraíba, Totonho e Nino de Braçanã, o primeiro cantor monteirense a gravar disco.
Para a formação de bons músicos, ressalte-se o brilhante trabalho do maestro Sebastião de Oliveira Brito.
Simorion Matos
Do IHGC – Instituto Histórico e Geográfico do Cariri Paraibano
- Carnaval:
Dos anos 40 aos anos 70, o povo monteirense vivenciou grandes festejos carnavalescos de rua e de clubes. Inicialmente a beleza dos corsos com desfile dos carros enfeitados ricamente pela avenida principal. Os banhos, o mela-mela, a guerra de confetes e serpentinas.
No Aero Club e depois no Clube Municipal, grande bailes com orquestra de frevos e guerra de lança perfume, além de espalhafatosas fantasias.
Personagens populares fizeram a festa carnavalesca de Monteiro. O galego Veinho trajado de índio, Luíz do Rói Couro trajado de Zorro percorrendo solitariamente as ruas da cidade. Carretão e o bloco do boi. A escola de samba de Pinduca e o insuperável bloco de Cicero do Norte que, no estandarte, ostentava o chavão QUEM FOR CORNO ME ACOMPANHE.
- Coco de roda:
Os folguedos em roda de coco eram comandados por Quitéria Noberto na Rua do Cemitério e por Faísca na Rua do Matadouro. Mãe Teté reunia a família e os amigos. geralmente nos finais de semana, para dançarem animadamente na cadência do ganzá.
- Repentistas:
A poesia popular sempre foi um marco da cultura monteirense. A cidade inclusive foi projetada nacionalmente pelo imortal Severino Lourenço da Silva Pinto, o Pinto do Monteiro. Outros nomes como Joaquim Viturino, Lino Pedra Azul, Heleno Pinto, Diniz Viturino, José Feitosa de Lima, encantaram as noites com repentes ao som da viola.
- Literatura:
A cultura monteirense tem espaço expressivo na literatura, notadamente através dos irmãos Antônio Rafael de Menezes e José Rafael de Menezes, este inclusive considerado o mais produtivo escritor paraibano e membro da Academia Paraibana de Letras e da Academia Pernambucana de Letras.
Da nova safra, destacam-se Joselito Nunes e Efigênio Moura.
- Poesia Clássica:
A poesia clássica com raízes monteirenses é muito bem representada por Jansen Filho, considerada pela crítica como “a mais sonora das cigarras sertanejas”. Destaque também para Abelardo Pereira dos Santos e, na atualidade, o poeta transcendental Raniel Quintans
- Música:
Em cada esquina, em cada praça, em cada rua de Monteiro, as notas musicais fluem naturalmente. A cidade sempre foi embalada pela música. Desde o ronco artesanal da sanfona de João Benedito até o doutorado em música de Ranilson, passando pelo som de Flávio José, Dejinha de Monteiro, Magníficos, Novinho da Paraíba, Totonho e Nino de Braçanã, o primeiro cantor monteirense a gravar disco.
Para a formação de bons músicos, ressalte-se o brilhante trabalho do maestro Sebastião de Oliveira Brito.
Simorion Matos
Do IHGC – Instituto Histórico e Geográfico do Cariri Paraibano
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"Tota pulchra es, Maria"
Soraya Di Pace
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